EcoÁgua: um game que é coisa séria

Em: Escola com Celular na mídia Notícias Tecnologia na Educação

Por: Editor ECC, 10/12/2014


O Ludo Educativo, grupo de desenvolvimento de jogos educacionais, acaba de lançar o EcoÁgua, um game cujo objetivo é administrar um conjunto de chuveiros. É isso mesmo: o propósito do jogo, de acordo com Julio Carrega, um dos criadores, é que as crianças cuidem do gasto de seis chuveiros, o que, na opinião do desenvolvedor, permite que elas se deem conta da responsabilidade de economizar água, “possibilitando que o recurso seja utilizado por mais pessoas”. No caso da brincadeira, por mais Koshis, os personagens do game. Quem pensa, no entanto, que garantir o banho dos Koshis é moleza está enganado. Adverte Carrega que o jogador precisa de agilidade para lidar com os registros dos chuveiros e, mais do que isso, sangue frio para fazer o trabalho em meio aos vapores que atrapalham sua visão. Mais novo produto da parceria entre o Centro de Pesquisa para Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) apoiados pela FAPESP, e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia dos Materiais em Nanotecnologia (INCTMN/CNPq) – com participação, ainda, da Universidade Estadual Paulista (UNESP), da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), da Universidade de São Paulo (USP) e do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN) –, o EcoÁgua faz parte do Portal Ludo Educativo, um portal gratuito que acredita que todos podemos ser mais produtivos e comprometidos quando fazemos algo que nos diverte e interessa. Disponíveis para download em dispositivos móveis no Google Play, este e outros games também podem ser jogados on-line, neste link. Se o consumo consciente de água, nos dias de hoje, está longe de ser brincadeira, o EcoÁgua mostra-se pertinente não apenas pela relevância do tema mas, sobretudo, por permitir que, ludicamente, as crianças recebam informações e sejam levadas a refletir sobre a economia deste bem natural. Afinal de contas, como sabemos, sem ele em nosso futuro, não só esta, como muitas outras brincadeiras, podem deixar de existir.